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Gentil e companheiro são ótimos como cães de resgate

Calmo e gentil por natureza o cão da raça São Bernardo, apesar do tamanho, pode ser considerado de ótimo temperamento e comportamento. Quando bem socializados, estes gigantes peludos aceitam bem a companhia de pessoas estranhas e adoram permanecer deitados próximo ao seu dono.

Sua principal característica é o companheirismo. Adequado para companhia de famílias, principalmente com crianças, pois esses cães adoram brincadeiras e protegem a todos da família, mas em especial as crianças. Tem grande sentido de responsabilidade. Podem servir de "babás".

Não são barulhento e quase não se agitam. Outra importante característica é o fato do São Bernardo ter a necessidade de estar em constante contato com seres humanos. Mas, ao mesmo tempo que possuem essa boa relação com as pessoas, esse imenso amigo de estimação pode ser deixado do lado no quintal da casa, por exemplo, pois é bastante independente e sabe se cuidar.

Origem e História

No alto dos Alpes Suíços, perto da fronteira com a Itália, existe um hospital chamado Hospice du Grand St. Bernard. Neste mesmo local os Romanos haviam construído um templo para Júpiter e no décimo século, Bernard of Menthon (depois canonizado com São Bernardo) construiu o hospital sob as antigas ruínas e dedicou a vida dele ajudando os peregrinos, pobres e necessitados, que viajavam nestas redondezas, rumando para Roma.

Os monges de São Bernardo continuaram trabalhando para ajudar viajantes e para salvar as vitimas das avalanches e dos fortes invernos. Por volta de 1707, os monges, sobrecarregados com os trabalhos, tiveram a idéia de empregar cães na busca e salvamento das vítimas. Estes cães deveriam ser dotados de um faro excelente, grande senso de direção, pelagem pesada, resistente as baixas temperaturas e com corpos fortes e musculosos.

Inicialmente os monges tentaram usar uma espécie de "viralatas" derivado de mastifes, mas em 1800 os monges já haviam estabelecido um canil com um programa próprio de criação, e passou a chamá-los de Mastifes Alpinos. Estes cães passaram a ser famosos mundialmente através das telas de um pintos de apenas 17 anos, chamado Edwin Landseer. É dele a famosa cena de São Bernardos socorrendo suas vítimas com um pequeno barril de conhaque atado ao seu pescoço.

Na verdade estes cães nunca carregaram os pequenos barris. São muitas as lendas que cercam estes maravilhosos animais e seus resgates heróicos. Dizem que mais de 2.500 vidas foram salvas por estes cães que, segundo contam, usavam viajar em grupos e que quando uma vítima era encontrada, um São Bernardo deitava de cada lado da pessoa para mantê-la aquecida. Um terceiro animal punha-se a lamber a face, tentando reanima-la e um quarto animal retornava ao monastério para buscar ajuda. Um dos cães mais famosos, "Barry", salvou 40 pessoas e na sua 41 missão encontrou um fim trágico, quando a pessoa que ele estava tentando salvar matou-o num ataque de pânico. A partir daí, por volta de 1810, a raça passou a ser comumente denominada de Barry Hounds.

Nesta época eles eram de tamanho moderado e todos com pêlo curto, mas em 1830 e na década seguinte a população canina do monastério estava quase acabando, devido a acidentes, doenças, cruzamentos entre parentes e invernos terríveis. Foi então que os monges decidiram cruzar seus cães com outras raças para reconquistar o vigor e saúde dos cães. Esses cruzamentos foram feitos com cães da raça Terranova, assim eles ganharam o pêlo longo, o tamanho gigante. Essa mistura formou o atual São Bernardos de hoje.

Logo os monges perceberam que os cães de pêlo longo tinham problemas com a neve que grudava em sua pelagem e então passaram a ficar com os cães de pêlo curto e mandar os outros para os vales da Suíça. Foi exatamente por isso que a raça se difundiu pelo mundo já que o monastério era muito isolado para que a raça pudesse ser apreciada por todos.

Devido ao tamanho, eles precisam de grandes espaços para que consigam se exercitar propriamente, mas quando eles têm esta necessidade satisfeita são extremamente bem adaptados à vida num apartamento. Além das necessidades físicas sua alimentação deve ser balanceada e sua pelagem requer escovações semanais.

Sua popularidade aumento consideravelmente após o longa-metragem Beethoven, lançado em 1992. Assim a raça tornou-se muito querida entre as crianças. Sua cor é branco e vermelho em várias tonalidades ou com predominância do vermelho sobre o branco, mas é importante que o colar seja totalmente branco.

 

 

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